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Bombeiros

Soluções de seguranca contra incendio, paraguacu paulista com responsabilidade técnica e agilidade em vila sinha.

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REGULARIZAÇÃO PREDIAL

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Multas por falta de AVCB em SP: valores e como evitar seguranca contra incendio vila sinha paraguacu paulista AVCB Bombeiro Alphaville

Informações Técnicas sobre AVCB e CLCB – Regularização com Segurança e Conformidade

Desenvolvimento de Projetos com Conformidade Legal

Desenvolvemos seus projetos de segurança contra incêndio rigorosamente dentro das normas e legislações vigentes — municipais, estaduais e federais — garantindo a regularização completa do seu estabelecimento junto ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo (CBPMESP).

O que é o AVCB?

O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é o documento emitido pelo CBPMESP que certifica que, durante a vistoria, a edificação atendia às condições mínimas de segurança contra incêndio e pânico.

Trata-se de um conjunto integrado de medidas estruturais, técnicas e organizacionais destinadas a garantir um nível adequado de proteção à vida e ao patrimônio, conforme exigido pela legislação. O AVCB possui prazo de validade e deve ser renovado periodicamente.

O que é o CLCB?

O Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB) é um documento equivalente ao AVCB, emitido para edificações classificadas como de baixo potencial de risco. Ele comprova que o imóvel concluiu com êxito o processo de regularização de segurança contra incêndio.

O CLCB tem a mesma validade legal do AVCB perante outros órgãos públicos e privados (como prefeituras, seguradoras e licitantes).

Quando o AVCB/CLCB é obrigatório?

  • Construção nova ou reforma;
  • Mudança de uso ou ocupação do imóvel;
  • Ampliação da área construída;
  • Regularização de edificações e áreas de risco;
  • Obras ou eventos provisórios (circos, feiras, shows, etc.).

Quando NÃO é obrigatório?

  • Residências exclusivamente unifamiliares;
  • Residência unifamiliar no pavimento superior de edificação mista, com até dois pavimentos e acesso independente à via pública.

Observação: Em ocupações mistas sem compartimentação corta-fogo, aplicam-se as exigências da atividade de maior risco. Com compartimentação, cada setor segue suas próprias regras.

Projeto Técnico Simplificado (PTS)

O PTS é aplicável a edificações com:

  • Área ≤ 750 m² e até 3 pavimentos (exceto subsolo usado apenas como garagem);
  • Área ≤ 1.500 m² e altura máxima de 6 metros;
  • Sem exigência de sistemas hidráulicos fixos (hidrantes, sprinklers, etc.);
  • Sem necessidade de proteção estrutural contra calor (IT-08);
  • Postos de combustível ≤ 750 m² (excluindo cobertura de bombas);
  • Armazenamento de GLP ≤ 12.480 kg (960 botijões de 13 kg);
  • Líquidos inflamáveis ≤ 20 m³;
  • Gás inflamável ≤ 10 m³;
  • Locais de reunião com ≤ 750 m² e lotação ≤ 250 pessoas.

Documentação exigida: Formulário de Avaliação de Risco (via Via Fácil Bombeiros), ART do responsável técnico e comprovação de área construída.

Projeto Técnico Completo

Aplicável quando a edificação:

  • Tem área > 750 m² ou altura > 12 m ou mais de 3 pavimentos;
  • Exige sistemas fixos (hidrantes, sprinklers, detecção de fumaça, etc.);
  • Necessita proteção estrutural contra incêndio (IT-08).

Documentos obrigatórios:

  • Formulário de Segurança Contra Incêndio;
  • ART do responsável técnico;
  • Planta das medidas de segurança;
  • Procuração (se aplicável);
  • Documentos complementares (laudos, memórias de cálculo, autorizações, etc.).

Prazo de Validade

O prazo de validade do AVCB/CLCB varia conforme o risco da ocupação:

  • CLCB: geralmente 2 a 5 anos. Para edificações térreas ≤ 200 m² com saída direta para a rua, a vistoria é feita por amostragem posterior.
  • AVCB: de 1 a 5 anos, conforme tipo de uso (ex.: boates = 1 ano; escritórios = até 3 anos; indústrias = até 3 anos).
  • Edificações desocupadas: validade de 1 ano.

Equipamentos Comuns para Regularização

Os itens básicos exigidos em grande parte dos projetos incluem:

  • Extintores de incêndio;
  • Placas de sinalização fotoluminescente;
  • Portas corta-fogo;
  • Saídas e iluminação de emergência;
  • Hidrantes e mangotinhos (quando exigidos);
  • Atestado de Brigada de Incêndio;
  • ARTs de instalação e manutenção.

Processo de Emissão

  1. Diagnóstico técnico da edificação;
  2. Elaboração do PPCI (Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio);
  3. Implantação dos sistemas e equipamentos;
  4. Agendamento da vistoria pelo Via Fácil Bombeiros;
  5. Emissão do AVCB/CLCB após aprovação (em até 15 dias úteis).

Consequências da Irregularidade

Estabelecimentos sem AVCB/CLCB válido estão sujeitos a:

  • Advertências escritas;
  • Multas;
  • Interdição total ou parcial;
  • Impossibilidade de obter alvará de funcionamento;
  • Recusa de apólices de seguro;
  • Impedimento em participar de licitações públicas.

Por que contar com profissionais qualificados?

A elaboração do PPCI e a obtenção do AVCB/CLCB exigem conhecimento técnico especializado, registro no CREA/CAU e domínio das Instruções Técnicas do CBPMESP (especialmente IT-01 e IT-42).

Conte com uma equipe capacitada para garantir que seu projeto seja aprovado na primeira vistoria, evitando retrabalhos, custos extras e riscos legais.

Regularize seu estabelecimento com segurança e tranquilidade.
Entre em contato conosco e solicite uma consultoria técnica sem compromisso.

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Via Fácil - Bombeiros consulta AVCB
AVCB/CLCB/TAACB

Assessoria permanente para contratação de serviços de instalação e adequação das medidas de segurança contra incêndio da edificação. Com o suporte e assessoria no nosso colegiado técnico, oferecemos a garantia de melhores fornecedores de equipamentos , auditoria nas instalações e entrega de obras de segurança contra incêndios, além de acompanhar e gerenciar todas as implantações de medidas protetivas junto às operações do cliente.


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Orçamento e Documentação Necessária para Garantir a Segurança do seu Negócio

A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é um documento emitido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), responsável por definir quem são os profissionais encarregados pela execução de uma obra ou prestação de serviço. É fundamental que a ART seja emitida antes do início da prestação do serviço e que seja registrada junto ao CREA do estado onde a atividade será realizada.

No contexto específico dos serviços de prevenção e combate a incêndio, a ART deve ser emitida nos seguintes casos: instalação de sistemas de combate a incêndio, manutenção dos sistemas já instalados, emissão de atestados e laudos, e elaboração de Projeto de Proteção e Combate a Incêndio (PPCI). Para quem contrata os serviços de um engenheiro, a ART é uma garantia de que os serviços estão sendo realizados por um profissional qualificado, que será responsável pela qualidade e execução dos mesmos, sujeito a responsabilização civil e criminal em caso de falhas.

Ter as ARTs em dia em um imóvel não garante, mas indica que os sistemas e equipamentos instalados estão em ordem e funcionando corretamente. Além disso, a ART serve como proteção dos direitos autorais do engenheiro nos serviços prestados. Em casos de falta de pagamento, por exemplo, o engenheiro pode comprovar a prestação do serviço através da ART. O engenheiro também pode emitir atestados de capacidade técnica, que servem como comprovante de todos os serviços prestados.

A relação entre a ART e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é estreita. A ART é exigida não apenas para obter ou renovar o AVCB, mas também durante a vistoria. Para a aprovação do Corpo de Bombeiros, é necessário apresentar o Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio, além de outros atestados e laudos sobre os sistemas instalados e seu funcionamento. Todos esses documentos devem ser acompanhados de uma ART assinada por um engenheiro, responsável pelos serviços.

As ARTs são classificadas pelo CREA em três categorias: ART de obra ou serviço (para execução de uma obra ou prestação de um serviço único), ART de obra ou serviço de rotina (para execução de uma série de obras e serviços similares em um período determinado, evitando múltiplas emissões de ART) e ART de cargo ou função (para o vínculo do engenheiro com a empresa, para desempenhar um cargo ou função técnica).

As formas de registro de uma ART incluem a inicial (para o início da atividade técnica), complementar (para complementar a ART inicial por mudanças no detalhamento das atividades ou no contrato) e substituição (para substituir informações na ART inicial por alterações na atividade ou erros de preenchimento). Quanto à participação técnica dos profissionais na ART, pode ser individual (apenas um profissional como responsável técnico), corresponsabilidade (mais de um profissional compartilhando a responsabilidade técnica), coautoria (mais de um profissional para a atividade técnica intelectual) ou equipe (para profissionais de diferentes competências assumirem cada um sua parte na responsabilidade técnica por atividades realizadas em conjunto).

A anotação de responsabilidade técnica (ART) é um documento que traz garantias para profissionais de engenharia e para os contratantes dos serviços. Através da ART o serviço é especificado com prazos e responsabilidades, evitando problemas para ambas as partes.

A harmonização da divulgação sobre a consolidação dos serviços/códigos para a elaboração e execução de Projetos Preventivos Contra Incêndio foi tema de diversas reuniões entre representantes do CREA-SC e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBM-SC), sediadas na sede do Conselho, em Florianópolis. A parceria segue adiante, com o propósito de desenvolver uma cartilha com o intuito de orientar e aprimorar os procedimentos de elaboração, execução, análise, fiscalização e regularização dos projetos. Enquanto o material não é publicado, o CREA-SC disponibiliza um guia de perguntas frequentes com os tópicos mais relevantes. Veja abaixo:

1- Quais são os profissionais legalmente habilitados para assumir a responsabilidade técnica pelo Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico em sua totalidade?

Resposta: A Decisão Plenária nº 780/2018 do CONFEA, em resposta à Frente Parlamentar Mista de Segurança Contra Incêndio do Congresso Nacional, determinou o seguinte:

“1) Profissionais habilitados para assinar projetos de incêndio em ambientes residenciais, comerciais e industriais: Engenheiros Civis; Engenheiros Mecânicos; Engenheiros de Segurança do Trabalho.
2) Outros profissionais, em casos específicos, com títulos diferentes dos mencionados acima, podem assumir essas atividades desde que apresentem certidão do Crea indicando a atribuição respectiva, conforme estabelecido na Resolução nº 1.073, de 19 de abril de 2016, sobre extensão de atribuições. (…)”.

2- Quem é responsável pelo Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico?

Resposta: A responsabilidade recai sobre o profissional legalmente habilitado que registra o serviço principal de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico (A2536), sem isentar os demais profissionais que contribuíram de alguma forma com o projeto e/ou execução dos serviços.

3- Quando há mais de um profissional contratado para projetar e executar o Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico, como deve ser registrado o serviço na ART?

Resposta: Se vários profissionais habilitados forem envolvidos nos serviços, o serviço de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico (A2536) deve ser explicitamente mencionado na ART principal. Os demais profissionais podem registrar seus serviços individualmente em suas ARTs, seguindo as atribuições de cada um.

4- Como preencher a ART em casos de obras clandestinas já concluídas?

Resposta: Para serviços já concluídos e/ou executados e/ou instalados, recomenda-se registrar uma ART, conforme estabelecido no Ato 01/2000 do CREA-SC, com a inclusão do serviço de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico (A2536), juntamente com as atividades de vistoria (15), laudo técnico (24), regularização (30) e desenho técnico (60). Na descrição complementar da ART, deve-se informar que se trata de um "serviço concluído".

5- Como anotar a ART quando já existem profissionais responsáveis pelo projeto do PPCI e outro profissional é contratado para assumir a responsabilidade técnica pelo "como construído (as built)" e/ou executado e/ou instalado?

Resposta: É recomendado registrar na ART a atividade de "desenho técnico", combinada com os serviços relacionados ao PPCI conforme cada caso apresentado anteriormente; e no campo "observações" da ART, o profissional deve indicar que a responsabilidade é pelo "como construído" (as built) do PPCI. A definição do termo "como construído" (as built) está descrita no item 3.1 da NBR 14645-1, que se refere ao desenho técnico da instalação ou execução do sistema.

Registro de Compromisso Profissional - RCP

O RCP é um documento que formaliza, perante a legislação, os profissionais responsáveis pela condução de atividades técnicas no contexto das áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. A Lei nº 6.496/77 estabeleceu sua obrigatoriedade em todos os contratos de execução de obras ou prestação de serviços nas áreas de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia, assim como para cargos ou funções que exijam habilitação legal e conhecimentos técnicos nessas áreas.

Para o profissional, o registro do RCP é essencial para documentar seu histórico técnico, o qual tem grande relevância no mercado de trabalho para demonstrar sua competência profissional. Para a sociedade, o RCP serve como uma garantia, pois formaliza o compromisso do profissional com a qualidade dos serviços prestados.

O RCP deve ser registrado pelo profissional antes do início da atividade técnica (conforme os termos do contrato, seja escrito ou verbal), no Crea responsável pela região onde a atividade será realizada.

Pontos de Atenção:

  • Em caso de alteração no contrato para execução da obra, prestação do serviço ou ocupação de cargo ou função, o RCP original deve ser substituído ou complementado;
  • Se a atividade técnica envolver a participação de mais de um profissional, os registros RCP dos demais responsáveis técnicos serão vinculados ao RCP original;
  • A ausência de registro do RCP sujeita o profissional ou a empresa a multas e outras penalidades legais.

O profissional e o contratante devem manter as cópias assinadas do RCP como forma de documentar o vínculo contratual.

O RCP pode ser classificado em três tipos: para obra ou serviço; para obra ou serviço de rotina; ou para cargo ou função.

Requisitos para Emissão do RCP:

  • Registro profissional;
  • Registro ou visto profissional (ou da empresa contratada) ativo no Crea da região onde a atividade será realizada.

Preenchimento do Formulário:

  • No caso de RCP eletrônico, o profissional deve preencher o formulário disponível no site do Crea, utilizando login e senha obtidos após assinatura de termo de responsabilidade;
  • Para RCP impresso, o profissional deve utilizar o formulário disponibilizado pelo Crea.

O RCP é válido somente após pagamento, que pode ser comprovado mediante apresentação do recibo ou verificação no site do Crea.

Pagamento:

  • Para RCP eletrônico, após preenchimento e confirmação dos dados, o boleto bancário estará disponível no site do Crea para impressão;
  • No caso de RCP impresso, após preenchimento e confirmação dos dados, o profissional deve comparecer ao Crea para calcular o valor do RCP e obter o boleto bancário;
  • O pagamento do boleto bancário é responsabilidade do profissional autônomo quando contratado;
  • Se o profissional estiver vinculado a uma empresa, o pagamento é de responsabilidade desta;
  • Os valores do RCP são atualizados anualmente pelo Plenário do Confea.

Após o pagamento, o RCP eletrônico fica disponível para impressão no site do Crea. Nesse caso, não é necessário apresentar a via assinada ao Crea.

Para RCP impresso, o comprovante de pagamento deve ser anexado ao documento. Em seguida, é necessária a apresentação da via assinada ao Crea.

Encerramento do RCP:

Quando a atividade técnica é concluída, é preciso realizar o encerramento do RCP, que confirma legalmente o término da participação do profissional na atividade técnica específica.

  • A participação do profissional em uma atividade técnica é considerada concluída somente após o encerramento do RCP correspondente;
  • O encerramento do RCP não isenta o profissional ou a empresa contratada de responsabilidades administrativas, civis ou penais, conforme o caso.

Consulta do RCP:

Os registros de RCP no Crea podem ser acessados por meio da Certidão de RCP, que fornece ao interessado os dados armazenados sobre determinada Anotação de Responsabilidade Técnica, além de outras informações solicitadas.

Livros e Artigos: Éramos Vinte - BombeirosLivros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros

Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.


A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte

A tragédia na Rua Florêncio de Abreu foi mais um doloroso capítulo na história das ocorrências incendiárias que assolavam São Paulo.
No embate entre o desespero e as chamas, o fogo ceifou a vida de 53 pessoas e deixou outras 59 feridas no Clube Elite 28 de Setembro.
O trágico evento teve início no início da madrugada, durante as festividades em celebração ao Dia de Santo Antônio.
As labaredas, originadas em um estabelecimento comercial no piso inferior do antigo sobrado, rapidamente se alastraram, transformando a alegria em horror.
A reação imediata dos bombeiros foi frustrada pela escassez de água e pelas condições desafiadoras do local.
Apesar dos esforços heróicos dos bombeiros, liderados pelo tenente Clovis de Melo, a tragédia se abateu sobre o salão de baile no andar superior, onde homens, mulheres e crianças se encontravam encurralados pela fumaça e pelas chamas, incapazes de escapar pela única saída disponível.
A comoção gerada pela catástrofe reverberou por toda a cidade, trazendo à tona duras críticas às autoridades em relação à fiscalização e concessão de alvarás para eventos em locais inadequados.
O presidente da Câmara Municipal, em sessão realizada no dia 16 de junho, denunciou a negligência que permitiu que o prédio, com capacidade para 80 pessoas, sediasse um baile com mais de 300 participantes.
Nesse contexto, ficou evidente a necessidade urgente de medidas eficazes de prevenção e combate a incêndios.
Apesar das disposições legais existentes desde 1908 e do Código de Obras Arthur Saboya de 1929, a aplicação dessas normas na prática era negligenciada.
Somente em 1959, com o Decreto nº 35.
332, foi instituída a obrigatoriedade de obtenção de um Certificado de Vistoria Final do Corpo de Bombeiros para determinadas edificações, mas legislação mais abrangente só surgiria em 1975, após os trágicos incêndios nos edifícios Andraus e Joelma.
A tragédia na Rua Florêncio de Abreu foi um marco doloroso na história da cidade, evidenciando a urgência de medidas efetivas para garantir a segurança da população contra os perigos do fogo.

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GRUPO DE ELABORAÇÃO
  • Maj PM Paulo Maurício Maculevicius Ferreira
  • Maj PM Alexandre Coelho Boggi
  • Cap PM Adriana de Morais Zuppo
  • Maj PM Wiliam Martins Vitorino
GRUPO DE TRABALHO
  • Cap PM NELSON PINHEIRO DUARTE
  • 1º Ten PM RODRIGO PEREIRA SILVA SANTOS
  • 1º Ten PM LUCAS GIOVANETTI SENDIN
  • Cap PM THIAGO PINHEIRO DUARTE
  • Cap PM SAMUEL DE ANDRADE
  • 1º Ten PM SANDRO PISANESCHI
  • Maj PM ALESSANDRO LIMA DE FREITAS
  • Cap PM ARMANDO VITORIANO CARVALHO VERONA
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SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam O Sistema de Sprinklers, também conhecidos como sistema de chuveiros automáticos, é um dispositivo automático que reage ao aumento da temperatura.
É integrante do sistema de chuveiros automáticos, esse sistema ainda conta com reserva técnica de incêndio (reservatório de água dedicado), canalização fixa e resistente a fogo e conjunto de bombas de pressurização.
O dispositivo de sprinkler, propriamente dito, é composto basicamente de defletor, ampola, líquido termossensível e disco de obturador.
O sistema de Chuveiros Automáticos estão padronizados na NBR 10897 que por sua vez tem sua principal base na norma americana NFPA (National Fire Protection Association) 13.

Funcionamento básico dos Sprinklers O sprinkler é o ponto mais frágil do sistema de canalização pressurizada.
Quando intacto, ele suporta a pressão do sistema pela ampola e disco obturador.
Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura, se dilata provocando a quebra da ampola e consequentemente a liberação do disco obturador, com isso, a água extravasada da canalização e direcionada para o defletor, tem função de espalhar a água por uma maior superfície.
Os sprinklers são classificados quanto ao líquido termossensível e a posição a ser instalado, esteticamente são muito semelhantes, mudando apenas a cor do líquido e o defletor.
Quanto ao líquido termossensível – são identificados por sua temperatura de acionamento, exemplo: Quanto a posição a ser instalado – os sprinklers podem ser instalado de forma diferente dependendo da necessidade.
Assim, são identificados como: Pendente (do inglês) – quando o sprinkler é instalados pra baixo UpRight (do inglês) – quando instalados pra cima.
Quando acionado o jato sobe verticalmente batendo no defletor que rebate a água no sentido oposto.
Geralmente instalado onde a canalização se encontra expostas, como: garagens.
Sidewall (do inglês) – quando os sprinklers instalados na parede.
Seu defletor tem objetivo de descarregar os jatos de água para frente, lados e uma pequena parte pra trás.
Geralmente são instalados em quartos de hotel.
Em uma pesquisa sobre o sistema de sprinklers feita em 2013, apresentada no site da NFPA, com dados sobre incêndio em todo o território americano, chegaram aos seguintes valores.
: Por esses e por outros motivos, o sistema de sprinklers, é considerados grupo de equipamentos mais eficientes no combate ao princípio de incêndio.
Além disso, o sistema de sprinklers é o sistema mais barato capaz de detectar, acionar o alarme e iniciar o combate ao foco de incêndio de forma autônoma e local.
Como já falamos anteriormente, o sistema de chuveiros automáticos são padronizados na NBR 10897 - Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos.
A norma é bem técnica e vai tratar do projeto de sistemas de chuveiros automáticos de uma forma geral, é possível verificar que tipo de material utilizar, tipos de sistemas, fala sobre as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers devem ter e outros.
Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada.
Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.
Abastecimento de água do Sistema de Sprinklers - há a necessidade que o abastecimento de água seja feita por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.
Sistema de bombas da Rede de Sprinklers - Quando não é possível apenas através da gravidade gerar pressão e vazão necessária teremos obrigatoriamente para complementar ou entrar com vazão e pressão necessária um sistema de bombas.
Sistema de Controle e Alarme da Rede de Sprinklers - Constituídos por válvulas especiais, que controlam o escoamento da água e aciona o sistema de alarme.
São conhecidas como VGA ou válvulas de controle e alarme Rede hidráulica de distribuição - Que é toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.
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Caso tenha dúvidas sobre nossa Política Geral de Tratamento e Proteção de Dados ou sobre os dados pessoais tratados na pagina SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam O Sistema de Sprinklers, também conhecidos como sistema de chuveiros automáticos, é um dispositivo automático que reage ao aumento da temperatura.
É integrante do sistema de chuveiros automáticos, esse sistema ainda conta com reserva técnica de incêndio (reservatório de água dedicado), canalização fixa e resistente a fogo e conjunto de bombas de pressurização.
O dispositivo de sprinkler, propriamente dito, é composto basicamente de defletor, ampola, líquido termossensível e disco de obturador.
O sistema de Chuveiros Automáticos estão padronizados na NBR 10897 que por sua vez tem sua principal base na norma americana NFPA (National Fire Protection Association) 13.

Funcionamento básico dos Sprinklers O sprinkler é o ponto mais frágil do sistema de canalização pressurizada.
Quando intacto, ele suporta a pressão do sistema pela ampola e disco obturador.
Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura, se dilata provocando a quebra da ampola e consequentemente a liberação do disco obturador, com isso, a água extravasada da canalização e direcionada para o defletor, tem função de espalhar a água por uma maior superfície.
Os sprinklers são classificados quanto ao líquido termossensível e a posição a ser instalado, esteticamente são muito semelhantes, mudando apenas a cor do líquido e o defletor.
Quanto ao líquido termossensível – são identificados por sua temperatura de acionamento, exemplo: Quanto a posição a ser instalado – os sprinklers podem ser instalado de forma diferente dependendo da necessidade.
Assim, são identificados como: Pendente (do inglês) – quando o sprinkler é instalados pra baixo UpRight (do inglês) – quando instalados pra cima.
Quando acionado o jato sobe verticalmente batendo no defletor que rebate a água no sentido oposto.
Geralmente instalado onde a canalização se encontra expostas, como: garagens.
Sidewall (do inglês) – quando os sprinklers instalados na parede.
Seu defletor tem objetivo de descarregar os jatos de água para frente, lados e uma pequena parte pra trás.
Geralmente são instalados em quartos de hotel.
Em uma pesquisa sobre o sistema de sprinklers feita em 2013, apresentada no site da NFPA, com dados sobre incêndio em todo o território americano, chegaram aos seguintes valores.
: Por esses e por outros motivos, o sistema de sprinklers, é considerados grupo de equipamentos mais eficientes no combate ao princípio de incêndio.
Além disso, o sistema de sprinklers é o sistema mais barato capaz de detectar, acionar o alarme e iniciar o combate ao foco de incêndio de forma autônoma e local.
Como já falamos anteriormente, o sistema de chuveiros automáticos são padronizados na NBR 10897 - Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos.
A norma é bem técnica e vai tratar do projeto de sistemas de chuveiros automáticos de uma forma geral, é possível verificar que tipo de material utilizar, tipos de sistemas, fala sobre as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers devem ter e outros.
Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada.
Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.
Abastecimento de água do Sistema de Sprinklers - há a necessidade que o abastecimento de água seja feita por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.
Sistema de bombas da Rede de Sprinklers - Quando não é possível apenas através da gravidade gerar pressão e vazão necessária teremos obrigatoriamente para complementar ou entrar com vazão e pressão necessária um sistema de bombas.
Sistema de Controle e Alarme da Rede de Sprinklers - Constituídos por válvulas especiais, que controlam o escoamento da água e aciona o sistema de alarme.
São conhecidas como VGA ou válvulas de controle e alarme Rede hidráulica de distribuição - Que é toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.
AVCB Bombeiro Alphaville, você pode entrar em contato com o Encarregado pela Proteção de Dados Pessoais (Data Protection Officer – DPO) TEOFILO MATHIAS DA COSTA, através do e-mail dpo@governanca.digital.

Controle de Material de Acabamento e Revestimento (CMAR)

Comprovante de responsabilidade técnica do Controle de Material de Acabamento e Revestimento (CMAR) – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade das instalações no tocante ao controle de material de acabamento e revestimento, em conformidade com as exigências do órgão regulador.

ART Sistema de pressurização das escadas

Comprovante de responsabilidade técnica do sistema de pressurização das escadas – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema de pressurização de escada, em conformidade com as exigências do órgão regulador.

ART Sistema de hidrantes e mangotinhos

Comprovante de responsabilidade técnica do sistema de hidrantes e mangotinhos – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema de proteção por hidrantes e mangotinhos, em conformidade com as exigências do órgão regulador.
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ART sistema de proteção por chuveiros automáticos

Comprovante de responsabilidade técnica do sistema de proteção por chuveiros automáticos – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema de proteção por chuveiros automáticos, em conformidade com as exigências do órgão regulador. Estão incluídos no serviço de assessoria: a. Análise do processo de regularização da edificação; b. Visita técnica de inspeção; c. Relatório de comissionamento; d. Registro das informações no sistema do CREA; e. Recolhimento da taxa de emissão do CREA; f. Envio da ART ao cliente.

Duvidas Frequentes?

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Como faço para me cadastrar no Sistema Via Fácil Bombeiros?
Para se cadastrar no Sistema Via Fácil Bombeiros, basta acessar o portal do sistema através do endereço https://viafacil2.policiamilitar.sp.gov.br e clicar na opção "Não possuo cadastro". Em seguida, siga as instruções fornecidas para preencher os dados necessários e criar sua conta. Em caso de dúvidas ou dificuldades durante o processo de cadastro, recomendamos entrar em contato com o Serviço de Segurança contra Incêndio responsável pela sua região. Você pode encontrar os contatos disponíveis no nosso site na internet (www.corpodebombeiros.sp.gov.br) na seção Segurança Contra Incêndio / Instruções para Regularização. Complemento: O cadastramento no Sistema Via Fácil Bombeiros é fundamental para facilitar o acesso dos usuários aos serviços oferecidos pelo Corpo de Bombeiros, permitindo uma comunicação mais ágil e eficiente. Ao se cadastrar, você estará contribuindo para a agilidade no processo de regularização e para a garantia da segurança de sua edificação.
Como faço para renovar o meu CLCB emitido?
A renovação do CLCB é feita mediante uma nova solicitação de vistoria de Projeto Técnico Simplificado no sistema Via Fácil Bombeiros.
Como proceder para renovar o Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB) emitido?
Para renovar o CLCB, é necessário realizar uma nova solicitação de vistoria de Projeto Técnico Simplificado através do sistema Via Fácil Bombeiros.
É mandatório apresentar o Comprovante de Responsabilidade Técnica para o Projeto Técnico Simplificado?
Sim, conforme estipulado na Instrução Técnica nº 42, a apresentação do Comprovante de Responsabilidade Técnica é obrigatória para os Projetos Técnicos Simplificados, seja para a obtenção do AVCB ou do CLCB. Essa exigência se aplica a todas as edificações, com exceção daquelas térreas, com até 200m² de área construída e com saída direta dos ocupantes para a via pública.
Como obtenho a 2ª via de uma Licença do Corpo de Bombeiros?
Deverá acessar o Portal do Via Fácil no site do Corpo de Bombeiros e proceder da mesma forma como imprimiu a 1ª via, entrando em solicitações e clicando no link "Aprovado com AVCB emitido" ou “CLCB emitido”.
Qual é a validade do AVCB?
A validade do AVCB varia de acordo com as regulamentações de cada estado e é determinada pelos riscos associados às atividades da edificação. Geralmente, o prazo de validade pode variar de 1 a 5 anos, sendo recomendável solicitar a renovação com antecedência.
O que é o AVCB e qual sua importância?
AVCB é o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, comprova que a edificação possui condições seguras para evacuação, acesso fácil ao Corpo de Bombeiros em caso de incêndio e equipamentos de combate a incêndio em conformidade.
O que é uma Inspeção Técnica Anual (ITA)?
É a vistoria periódica obrigatória realizada por empresa credenciada para verificar se os equipamentos de segurança contra incêndio estão em perfeitas condições de uso. O laudo da ITA deve ser mantido no local e pode ser exigido em fiscalizações.
O que é Plano de Emergência e preciso dele?
É um documento que descreve as ações a serem tomadas em caso de incêndio ou pânico. É obrigatório para edificações com certos níveis de ocupação ou risco, conforme legislação estadual.
Quais são os tipos de extintores de incêndio e para que servem?
Existem extintores de Água (Classe A - materiais sólidos), Gás Carbônico (CO2 - Classes B e C - líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos) e Pó Químico Seco (Classes A, B e C ou D - metais pirofóricos).

Proteja Seu Patrimônio: Solicitação de Serviços de Segurança Contra Incêndio

    Sobre a gente

    Empresa de Tecnologia e Engenharia Especializada em Segurança Contra Incêndios e Pânico, idealizada com o objetivo de entregar soluções inovadoras que promovam maior eficiência na gestão de riscos de incêndio, com foco na preservação efetiva da vida aliada à inteligência e tecnologia.

     

    Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.

    MISSÃO

    Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.

    VISÃO

    Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.

    VALORES

    Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.

    Normas Atendidas

    Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel

    AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico

    DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA

    Projetos e Aprovações:

    Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica

    SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam O Sistema de Sprinklers, também conhecidos como sistema de chuveiros automáticos, é um dispositivo automático que reage ao aumento da temperatura.<br> É integrante do sistema de chuveiros automáticos, esse sistema ainda conta com reserva técnica de incêndio (reservatório de água dedicado), canalização fixa e resistente a fogo e conjunto de bombas de pressurização.<br> O dispositivo de sprinkler, propriamente dito, é composto basicamente de defletor, ampola, líquido termossensível e disco de obturador.<br> O sistema de Chuveiros Automáticos estão padronizados na NBR 10897 que por sua vez tem sua principal base na norma americana NFPA (National Fire Protection Association) 13.<br><br><b>Funcionamento básico dos Sprinklers</b> O sprinkler é o ponto mais frágil do sistema de canalização pressurizada.<br> Quando intacto, ele suporta a pressão do sistema pela ampola e disco obturador.<br> Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura, se dilata provocando a quebra da ampola e consequentemente a liberação do disco obturador, com isso, a água extravasada da canalização e direcionada para o defletor, tem função de espalhar a água por uma maior superfície.<br> Os sprinklers são classificados quanto ao líquido termossensível e a posição a ser instalado, esteticamente são muito semelhantes, mudando apenas a cor do líquido e o defletor.<br> Quanto ao líquido termossensível – são identificados por sua temperatura de acionamento, exemplo: Quanto a posição a ser instalado – os sprinklers podem ser instalado de forma diferente dependendo da necessidade.<br> Assim, são identificados como: Pendente (do inglês) – quando o sprinkler é instalados pra baixo UpRight (do inglês) – quando instalados pra cima.<br> Quando acionado o jato sobe verticalmente batendo no defletor que rebate a água no sentido oposto.<br> Geralmente instalado onde a canalização se encontra expostas, como: garagens.<br> Sidewall (do inglês) – quando os sprinklers instalados na parede.<br> Seu defletor tem objetivo de descarregar os jatos de água para frente, lados e uma pequena parte pra trás.<br> Geralmente são instalados em quartos de hotel.<br> Em uma pesquisa sobre o sistema de sprinklers feita em 2013, apresentada no site da NFPA, com dados sobre incêndio em todo o território americano, chegaram aos seguintes valores.<br>: Por esses e por outros motivos, o sistema de sprinklers, é considerados grupo de equipamentos mais eficientes no combate ao princípio de incêndio.<br> Além disso, o sistema de sprinklers é o sistema mais barato capaz de detectar, acionar o alarme e iniciar o combate ao foco de incêndio de forma autônoma e local.<br> Como já falamos anteriormente, o sistema de chuveiros automáticos são padronizados na NBR 10897 - Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos.<br> A norma é bem técnica e vai tratar do projeto de sistemas de chuveiros automáticos de uma forma geral, é possível verificar que tipo de material utilizar, tipos de sistemas, fala sobre as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers devem ter e outros.<br> Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada.<br> Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.<br> Abastecimento de água do Sistema de Sprinklers - há a necessidade que o abastecimento de água seja feita por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.<br> Sistema de bombas da Rede de Sprinklers - Quando não é possível apenas através da gravidade gerar pressão e vazão necessária teremos obrigatoriamente para complementar ou entrar com vazão e pressão necessária um sistema de bombas.<br> Sistema de Controle e Alarme da Rede de Sprinklers - Constituídos por válvulas especiais, que controlam o escoamento da água e aciona o sistema de alarme.<br> São conhecidas como VGA ou válvulas de controle e alarme Rede hidráulica de distribuição - Que é toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.<br> AVCB Bombeiro Alphaville

    Equipamentos e Sistemas

    Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)

    É integrante do sistema de chuveiros automáticos, esse sistema ainda conta com reserva técnica de incêndio (reservatório de água dedicado), canalização fixa e resistente a fogo e conjunto de bombas de pressurização.
    O dispositivo de sprinkler, propriamente dito, é composto basicamente de defletor, ampola, líquido termossensível e disco de obturador.
    O sistema de Chuveiros Automáticos estão padronizados na NBR 10897 que por sua vez tem sua principal base na norma americana NFPA (National Fire Protection Association) 13.

    Funcionamento básico dos Sprinklers O sprinkler é o ponto mais frágil do sistema de canalização pressurizada.
    Quando intacto, ele suporta a pressão do sistema pela ampola e disco obturador.
    Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura, se dilata provocando a quebra da ampola e consequentemente a liberação do disco obturador, com isso, a água extravasada da canalização e direcionada para o defletor, tem função de espalhar a água por uma maior superfície.
    Os sprinklers são classificados quanto ao líquido termossensível e a posição a ser instalado, esteticamente são muito semelhantes, mudando apenas a cor do líquido e o defletor.
    Quanto ao líquido termossensível – são identificados por sua temperatura de acionamento, exemplo: Quanto a posição a ser instalado – os sprinklers podem ser instalado de forma diferente dependendo da necessidade.
    Assim, são identificados como: Pendente (do inglês) – quando o sprinkler é instalados pra baixo UpRight (do inglês) – quando instalados pra cima.
    Quando acionado o jato sobe verticalmente batendo no defletor que rebate a água no sentido oposto.
    Geralmente instalado onde a canalização se encontra expostas, como: garagens.
    Sidewall (do inglês) – quando os sprinklers instalados na parede.
    Seu defletor tem objetivo de descarregar os jatos de água para frente, lados e uma pequena parte pra trás.
    Geralmente são instalados em quartos de hotel.
    Em uma pesquisa sobre o sistema de sprinklers feita em 2013, apresentada no site da NFPA, com dados sobre incêndio em todo o território americano, chegaram aos seguintes valores.
    : Por esses e por outros motivos, o sistema de sprinklers, é considerados grupo de equipamentos mais eficientes no combate ao princípio de incêndio.
    Além disso, o sistema de sprinklers é o sistema mais barato capaz de detectar, acionar o alarme e iniciar o combate ao foco de incêndio de forma autônoma e local.
    Como já falamos anteriormente, o sistema de chuveiros automáticos são padronizados na NBR 10897 - Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos.
    A norma é bem técnica e vai tratar do projeto de sistemas de chuveiros automáticos de uma forma geral, é possível verificar que tipo de material utilizar, tipos de sistemas, fala sobre as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers devem ter e outros.
    Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada.
    Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.
    Abastecimento de água do Sistema de Sprinklers - há a necessidade que o abastecimento de água seja feita por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.
    Sistema de bombas da Rede de Sprinklers - Quando não é possível apenas através da gravidade gerar pressão e vazão necessária teremos obrigatoriamente para complementar ou entrar com vazão e pressão necessária um sistema de bombas.
    Sistema de Controle e Alarme da Rede de Sprinklers - Constituídos por válvulas especiais, que controlam o escoamento da água e aciona o sistema de alarme.
    São conhecidas como VGA ou válvulas de controle e alarme Rede hidráulica de distribuição - Que é toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.
    AVCB Bombeiro Alphaville">

    Treinamentos

    Formação de Brigada de Incêndio com atestado da empresa e certificado individuais

    avcb clcb sao roque cotia sao paulo

    Regularização predial

    Regularização de obras na prefeitura com emissão de alvará de construção e habite-se

    avcb clcb SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam O Sistema de Sprinklers, também conhecidos como sistema de chuveiros automáticos, é um dispositivo automático que reage ao aumento da temperatura.<br> É integrante do sistema de chuveiros automáticos, esse sistema ainda conta com reserva técnica de incêndio (reservatório de água dedicado), canalização fixa e resistente a fogo e conjunto de bombas de pressurização.<br> O dispositivo de sprinkler, propriamente dito, é composto basicamente de defletor, ampola, líquido termossensível e disco de obturador.<br> O sistema de Chuveiros Automáticos estão padronizados na NBR 10897 que por sua vez tem sua principal base na norma americana NFPA (National Fire Protection Association) 13.<br><br><b>Funcionamento básico dos Sprinklers</b> O sprinkler é o ponto mais frágil do sistema de canalização pressurizada.<br> Quando intacto, ele suporta a pressão do sistema pela ampola e disco obturador.<br> Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura, se dilata provocando a quebra da ampola e consequentemente a liberação do disco obturador, com isso, a água extravasada da canalização e direcionada para o defletor, tem função de espalhar a água por uma maior superfície.<br> Os sprinklers são classificados quanto ao líquido termossensível e a posição a ser instalado, esteticamente são muito semelhantes, mudando apenas a cor do líquido e o defletor.<br> Quanto ao líquido termossensível – são identificados por sua temperatura de acionamento, exemplo: Quanto a posição a ser instalado – os sprinklers podem ser instalado de forma diferente dependendo da necessidade.<br> Assim, são identificados como: Pendente (do inglês) – quando o sprinkler é instalados pra baixo UpRight (do inglês) – quando instalados pra cima.<br> Quando acionado o jato sobe verticalmente batendo no defletor que rebate a água no sentido oposto.<br> Geralmente instalado onde a canalização se encontra expostas, como: garagens.<br> Sidewall (do inglês) – quando os sprinklers instalados na parede.<br> Seu defletor tem objetivo de descarregar os jatos de água para frente, lados e uma pequena parte pra trás.<br> Geralmente são instalados em quartos de hotel.<br> Em uma pesquisa sobre o sistema de sprinklers feita em 2013, apresentada no site da NFPA, com dados sobre incêndio em todo o território americano, chegaram aos seguintes valores.<br>: Por esses e por outros motivos, o sistema de sprinklers, é considerados grupo de equipamentos mais eficientes no combate ao princípio de incêndio.<br> Além disso, o sistema de sprinklers é o sistema mais barato capaz de detectar, acionar o alarme e iniciar o combate ao foco de incêndio de forma autônoma e local.<br> Como já falamos anteriormente, o sistema de chuveiros automáticos são padronizados na NBR 10897 - Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos.<br> A norma é bem técnica e vai tratar do projeto de sistemas de chuveiros automáticos de uma forma geral, é possível verificar que tipo de material utilizar, tipos de sistemas, fala sobre as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers devem ter e outros.<br> Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada.<br> Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.<br> Abastecimento de água do Sistema de Sprinklers - há a necessidade que o abastecimento de água seja feita por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.<br> Sistema de bombas da Rede de Sprinklers - Quando não é possível apenas através da gravidade gerar pressão e vazão necessária teremos obrigatoriamente para complementar ou entrar com vazão e pressão necessária um sistema de bombas.<br> Sistema de Controle e Alarme da Rede de Sprinklers - Constituídos por válvulas especiais, que controlam o escoamento da água e aciona o sistema de alarme.<br> São conhecidas como VGA ou válvulas de controle e alarme Rede hidráulica de distribuição - Que é toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.<br> AVCB Bombeiro Alphaville

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    avcb digital SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam O Sistema de Sprinklers, também conhecidos como sistema de chuveiros automáticos, é um dispositivo automático que reage ao aumento da temperatura.<br> É integrante do sistema de chuveiros automáticos, esse sistema ainda conta com reserva técnica de incêndio (reservatório de água dedicado), canalização fixa e resistente a fogo e conjunto de bombas de pressurização.<br> O dispositivo de sprinkler, propriamente dito, é composto basicamente de defletor, ampola, líquido termossensível e disco de obturador.<br> O sistema de Chuveiros Automáticos estão padronizados na NBR 10897 que por sua vez tem sua principal base na norma americana NFPA (National Fire Protection Association) 13.<br><br><b>Funcionamento básico dos Sprinklers</b> O sprinkler é o ponto mais frágil do sistema de canalização pressurizada.<br> Quando intacto, ele suporta a pressão do sistema pela ampola e disco obturador.<br> Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura, se dilata provocando a quebra da ampola e consequentemente a liberação do disco obturador, com isso, a água extravasada da canalização e direcionada para o defletor, tem função de espalhar a água por uma maior superfície.<br> Os sprinklers são classificados quanto ao líquido termossensível e a posição a ser instalado, esteticamente são muito semelhantes, mudando apenas a cor do líquido e o defletor.<br> Quanto ao líquido termossensível – são identificados por sua temperatura de acionamento, exemplo: Quanto a posição a ser instalado – os sprinklers podem ser instalado de forma diferente dependendo da necessidade.<br> Assim, são identificados como: Pendente (do inglês) – quando o sprinkler é instalados pra baixo UpRight (do inglês) – quando instalados pra cima.<br> Quando acionado o jato sobe verticalmente batendo no defletor que rebate a água no sentido oposto.<br> Geralmente instalado onde a canalização se encontra expostas, como: garagens.<br> Sidewall (do inglês) – quando os sprinklers instalados na parede.<br> Seu defletor tem objetivo de descarregar os jatos de água para frente, lados e uma pequena parte pra trás.<br> Geralmente são instalados em quartos de hotel.<br> Em uma pesquisa sobre o sistema de sprinklers feita em 2013, apresentada no site da NFPA, com dados sobre incêndio em todo o território americano, chegaram aos seguintes valores.<br>: Por esses e por outros motivos, o sistema de sprinklers, é considerados grupo de equipamentos mais eficientes no combate ao princípio de incêndio.<br> Além disso, o sistema de sprinklers é o sistema mais barato capaz de detectar, acionar o alarme e iniciar o combate ao foco de incêndio de forma autônoma e local.<br> Como já falamos anteriormente, o sistema de chuveiros automáticos são padronizados na NBR 10897 - Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos.<br> A norma é bem técnica e vai tratar do projeto de sistemas de chuveiros automáticos de uma forma geral, é possível verificar que tipo de material utilizar, tipos de sistemas, fala sobre as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers devem ter e outros.<br> Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada.<br> Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.<br> Abastecimento de água do Sistema de Sprinklers - há a necessidade que o abastecimento de água seja feita por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.<br> Sistema de bombas da Rede de Sprinklers - Quando não é possível apenas através da gravidade gerar pressão e vazão necessária teremos obrigatoriamente para complementar ou entrar com vazão e pressão necessária um sistema de bombas.<br> Sistema de Controle e Alarme da Rede de Sprinklers - Constituídos por válvulas especiais, que controlam o escoamento da água e aciona o sistema de alarme.<br> São conhecidas como VGA ou válvulas de controle e alarme Rede hidráulica de distribuição - Que é toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.<br> AVCB Bombeiro Alphaville

    Prevenção e Segurança Contra Incêndio

    Conheça nossa linha completa de produtos essenciais para segurança patrimonial e prevenção contra incêndios. Atendemos normas técnicas e fornecemos soluções para empresas, condomínios e residências.



    • Extintores e Acessórios: Produtos certificados disponíveis em diversas versões.

      Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.


    • Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.

      Placas fotoluminescentes (Saída, Extintor, Hidrante, Rota de Fuga), Placas personalizadas, Fitas de demarcação de piso, Sinalização de equipamentos e áreas de risco,


    • Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.

      Luminárias autônomas de LED, Luminárias de sobrepor e embutir, Iluminação de balizamento de rota, Baterias de reposição,


    • Hidrantes e Componentes: Itens certificados e compatíveis com instalações prediais.

      Abrigos metálicos para mangueiras, Mangueiras tipo I e II (com selo do Inmetro), Esguichos regsmalláveis, Válvsmallas de hidrante angsmallar, Chaves storz, tampões e conexões,

    Alguns Clientes Atendidos

    Diversos Setores Atuantes.

    SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam SPRINKLERS OU CHUVEIROS AUTOMÁTICOS - tipos de sprinklers e como eles funcionam O Sistema de Sprinklers, também conhecidos como sistema de chuveiros automáticos, é um dispositivo automático que reage ao aumento da temperatura.<br> É integrante do sistema de chuveiros automáticos, esse sistema ainda conta com reserva técnica de incêndio (reservatório de água dedicado), canalização fixa e resistente a fogo e conjunto de bombas de pressurização.<br> O dispositivo de sprinkler, propriamente dito, é composto basicamente de defletor, ampola, líquido termossensível e disco de obturador.<br> O sistema de Chuveiros Automáticos estão padronizados na NBR 10897 que por sua vez tem sua principal base na norma americana NFPA (National Fire Protection Association) 13.<br><br><b>Funcionamento básico dos Sprinklers</b> O sprinkler é o ponto mais frágil do sistema de canalização pressurizada.<br> Quando intacto, ele suporta a pressão do sistema pela ampola e disco obturador.<br> Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura, se dilata provocando a quebra da ampola e consequentemente a liberação do disco obturador, com isso, a água extravasada da canalização e direcionada para o defletor, tem função de espalhar a água por uma maior superfície.<br> Os sprinklers são classificados quanto ao líquido termossensível e a posição a ser instalado, esteticamente são muito semelhantes, mudando apenas a cor do líquido e o defletor.<br> Quanto ao líquido termossensível – são identificados por sua temperatura de acionamento, exemplo: Quanto a posição a ser instalado – os sprinklers podem ser instalado de forma diferente dependendo da necessidade.<br> Assim, são identificados como: Pendente (do inglês) – quando o sprinkler é instalados pra baixo UpRight (do inglês) – quando instalados pra cima.<br> Quando acionado o jato sobe verticalmente batendo no defletor que rebate a água no sentido oposto.<br> Geralmente instalado onde a canalização se encontra expostas, como: garagens.<br> Sidewall (do inglês) – quando os sprinklers instalados na parede.<br> Seu defletor tem objetivo de descarregar os jatos de água para frente, lados e uma pequena parte pra trás.<br> Geralmente são instalados em quartos de hotel.<br> Em uma pesquisa sobre o sistema de sprinklers feita em 2013, apresentada no site da NFPA, com dados sobre incêndio em todo o território americano, chegaram aos seguintes valores.<br>: Por esses e por outros motivos, o sistema de sprinklers, é considerados grupo de equipamentos mais eficientes no combate ao princípio de incêndio.<br> Além disso, o sistema de sprinklers é o sistema mais barato capaz de detectar, acionar o alarme e iniciar o combate ao foco de incêndio de forma autônoma e local.<br> Como já falamos anteriormente, o sistema de chuveiros automáticos são padronizados na NBR 10897 - Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos.<br> A norma é bem técnica e vai tratar do projeto de sistemas de chuveiros automáticos de uma forma geral, é possível verificar que tipo de material utilizar, tipos de sistemas, fala sobre as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers devem ter e outros.<br> Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada.<br> Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.<br> Abastecimento de água do Sistema de Sprinklers - há a necessidade que o abastecimento de água seja feita por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.<br> Sistema de bombas da Rede de Sprinklers - Quando não é possível apenas através da gravidade gerar pressão e vazão necessária teremos obrigatoriamente para complementar ou entrar com vazão e pressão necessária um sistema de bombas.<br> Sistema de Controle e Alarme da Rede de Sprinklers - Constituídos por válvulas especiais, que controlam o escoamento da água e aciona o sistema de alarme.<br> São conhecidas como VGA ou válvulas de controle e alarme Rede hidráulica de distribuição - Que é toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.<br> AVCB Bombeiro Alphaville
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