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AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros): Alvará dos Bombeiros do estado de São Paulo – SP

Elaboramos este conteúdo com o intuito de esclarecer diversas dúvidas sobre o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB ou Alvará dos Bombeiros e orientar sobre como adequar seu empreendimento (comércios, restaurantes, indústrias, hospitais e condomínios residenciais) às exigências do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo – SP.

Iniciaremos respondendo às principais questões que recebemos ao longo dos anos ao prestar serviços relacionados a laudos de AVCB, projetos e obras de prevenção contra incêndios.

O que é o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros)?

O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é uma autorização emitida pelo CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo), cujo objetivo é garantir que o local a ser licenciado cumpra todos os requisitos obrigatórios de segurança contra incêndio e pânico.

O AVCB também é referido como: laudo, licença, vistoria ou alvará dos bombeiros. Para que a emissão do AVCB seja possível, a edificação precisa atender integralmente às condições de proteção contra incêndio e pânico.

Emissão e Renovação AVCB

Qual a finalidade da Licença AVCB dos Bombeiros?

A licença AVCB dos Bombeiros tem, em primeiro lugar, o propósito de preservar vidas. Sem o alvará dos bombeiros (AVCB), você expõe à risco de morte os frequentadores, colaboradores e moradores em caso de incêndio no seu estabelecimento e/ou condomínio. Além disso, trata-se de um documento obrigatório para regularizar seu imóvel perante os órgãos competentes; sem o laudo AVCB, não é possível obter o alvará de funcionamento do seu empreendimento comercial ou residencial.

IMPORTANTE: Apenas com o estabelecimento em conformidade com todas as exigências do Corpo de Bombeiros — ou seja, com a licença AVCB válida — é possível contratar uma apólice de seguro.

Vale destacar que algumas instituições públicas e empresas não permitem a participação de organizações em licitações se estas não estiverem com o alvará dos bombeiros (AVCB) em dia.

Existe alguma LEGISLAÇÃO que regula o AVCB dos Bombeiros ou projetos e obras de combate a incêndio?

Sim, há uma norma que regulamenta o AVCB dos Bombeiros e os projetos e obras de combate a incêndio. Em 2015, o governador do Estado de São Paulo instituiu a LEI COMPLEMENTAR Nº 1.257, de 06 de janeiro de 2015, sobre proteção contra incêndio e emergência, autorizando o CBPMESP a fiscalizar áreas de risco e verificar o cumprimento das medidas de segurança contra incêndio.

A vistoria do AVCB pode ser solicitada pelo proprietário, responsável pelo uso, responsável pela obra de combate a incêndio ou pelo responsável técnico. Também pode ser realizada conforme o planejamento interno do CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo).

O que ocorre se meu estabelecimento não estiver em conformidade com a LEI COMPLEMENTAR Nº 1.257 para o Alvará dos Bombeiros (AVCB)?

Se o local não atender às disposições legais relativas ao Alvará dos Bombeiros (AVCB), podem ser aplicadas infrações, penalidades e medidas administrativas, como advertências escritas, multas e até a cassação das licenças emitidas pelo Corpo de Bombeiros.

Quando houver risco iminente ou potencial à integridade física das pessoas, o militar do Corpo de Bombeiros poderá interditar temporariamente o local e comunicar imediatamente o setor de fiscalização das prefeituras municipais para embargar a obra ou interditar a edificação, estabelecimento ou atividade, além de notificar, advertir ou multar o proprietário ou responsável para que cumpra as exigências indicadas.

Vistoria do Corpo de Bombeiros para a liberação do AVCB

A inspeção realizada pelo Corpo de Bombeiros é uma das etapas mais cruciais para a liberação do AVCB.

É por meio dessa vistoria que se confirma se todos os itens aprovados na fase de projeto estão devidamente implantados.

É essencial que todos os equipamentos de segurança estejam instalados e mantidos conforme o projeto aprovado junto ao Corpo de Bombeiros para que o AVCB seja concedido.

Antes, conforme o decreto 56.819/11, após a aprovação do AVCB, o Corpo de Bombeiros não podia realizar vistorias nem cancelar o documento a qualquer momento. Em 2018, foi instituído o novo decreto 63.911/18, que alterou normas e instruções técnicas. Atualmente, os bombeiros podem fiscalizar e suspender o AVCB em caso de irregularidades.

A vistoria é agendada pelo portal Via Fácil Bombeiros. O prazo para realização da vistoria é de 30 dias para projeto técnico (PT), e de sete dias para projeto técnico simplificado — neste último caso, as vistorias são feitas por amostragem; se o bombeiro não comparecer, o AVCB é liberado automaticamente pelo portal Via Fácil Bombeiros.

É relevante destacar que os Bombeiros podem realizar vistorias a qualquer momento, mesmo após a liberação do laudo. Esse procedimento é comum em casos de fiscalização por amostragem.

Ressaltamos que, para projetos técnicos, a vistoria sempre ocorrerá dentro do prazo de 30 dias. Não há liberação sem avaliação prévia do Corpo de Bombeiros. Recomenda-se fortemente que uma empresa especializada em AVCB elabore os projetos e acompanhe a implantação dos itens de segurança, evitando problemas na vistoria e na emissão do laudo AVCB.

Contudo, os clientes da AVCB Laudos e Engenharia não precisam se preocupar com essas etapas, pois cuidamos de todos os detalhes para que seu AVCB seja obtido no menor tempo possível e com o melhor custo-benefício.

Em quais situações a vistoria AVCB é obrigatória?

A Vistoria AVCB (AUTO DE VISTORIA DO CORPO DE BOMBEIROS) é obrigatória em locais como:

  • Estabelecimentos comerciais, tais como restaurantes, indústrias, hospitais e comércios em geral;
  • Edifícios residenciais multifamiliares;
  • Obras de construção, ampliação ou reforma dos estabelecimentos mencionados;
  • Mudança ou início de uso de ocupação;
  • Regularização de edificações e áreas de risco;
  • Ocupações temporárias (circos, eventos e similares).

Em quais situações a vistoria AVCB NÃO é obrigatória?

De acordo com o artigo 4º § 1º do decreto estadual 63.911/18, a vistoria AVCB não é exigida em:

  • Edificações residenciais exclusivamente unifamiliares;
  • Residência unifamiliar localizada no pavimento superior de edificação de uso misto, com até dois andares, com acesso independente à via pública e sem interligação entre as ocupações.

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Integração de IOTs ao Painel de Controle

Integração de IOTs ao Painel de Controle da safety e acompanhamento dos registros obtidos pelo equipamento. Utilizando das novas tecnologias de IOT- “ Internet Off Thinks” , conseguimos captar em tempo real , dados de percepções e informações do pleno funcionamento de equipamentos envolvidos nas medidas protetivas de segurança contra incêndio. Trazemos as principais conectividades a equipamentos de medição de pressão, temperatura e umidade, além do controle das centrais de alarme de incêndios , sendo estes os principais IOT gerenciados pela plataforma safety.


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CLCB, PPCI E AVCB: Entendendo as Diferenças e Como Obtê-los

CLCB, PPCI E AVCB: Entendendo as Diferenças e Como Obtê-los

Quando o assunto é segurança contra incêndios, é essencial compreender os documentos exigidos e suas distinções. Entre os principais, estão o CLCB, o PPCI e o AVCB. Vamos explorar o que são e como obtê-los?

O que é o CLCB? O Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB) é emitido para comprovar a conformidade de um estabelecimento com as normas de segurança contra incêndio e pânico. Ele é necessário para imóveis de baixo e médio risco, como lojas e escritórios.

Como obter o CLCB? A obtenção do CLCB requer a contratação de uma empresa especializada em projetos de combate a incêndio, que elaborará o Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio (PPCI). Após a elaboração do PPCI, o estabelecimento deve solicitar uma vistoria técnica do Corpo de Bombeiros para emissão do CLCB.

O que é o PPCI? O Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI) é um documento técnico elaborado por um profissional habilitado, contendo medidas de segurança contra incêndios específicas para um imóvel. Ele é exigido para imóveis de alto risco, como indústrias e edifícios comerciais.

Como obter o PPCI? A obtenção do PPCI segue o mesmo processo do CLCB, com a elaboração do projeto por um profissional habilitado e a solicitação de vistoria técnica do Corpo de Bombeiros.

O que é o AVCB? O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é emitido para atestar a conformidade de um estabelecimento com as normas de segurança contra incêndio e pânico. Ele é exigido para imóveis de alto risco, como indústrias e hospitais.

Como obter o AVCB? A obtenção do AVCB requer a realização de uma vistoria técnica do Corpo de Bombeiros no local, verificando se as medidas de segurança estão adequadas. Após a vistoria, se tudo estiver em conformidade, o AVCB é emitido.

FAQ - Perguntas Frequentes:

  1. Quem precisa do CLCB? O CLCB é exigido para imóveis de baixo e médio risco, como lojas e escritórios.
  2. Quem precisa do PPCI? O PPCI é exigido para imóveis de alto risco, como indústrias e edifícios comerciais.
  3. Quem precisa do AVCB? O AVCB é exigido para imóveis de alto risco, como indústrias e hospitais.
  4. Qual a validade do CLCB? O CLCB tem validade de um ano e deve ser renovado anualmente.
  5. Quais as penalidades por não possuir AVCB? A falta de AVCB pode resultar em multas e até interdição do estabelecimento.

Por que escolher a safety? Na safety, garantimos que seu estabelecimento esteja em conformidade com as normas de segurança contra incêndios. Contamos com uma equipe de profissionais especializados, prontos para elaborar os projetos necessários e garantir a emissão dos documentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros. Proteja seu negócio com a segurança que só a safety pode oferecer. Entre em contato conosco e saiba mais!

Livros e Artigos: Éramos Vinte - BombeirosLivros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros

Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.


A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte

A maioria das corporações de bombeiros no mundo foi organizada em resposta a grandes ocorrências.
Em São Paulo não foi diferente.
O primeiro incêndio do qual se tem registro na então capital da Província ocorreu em dezembro de 1850, na Rua do Rosário, atual Quinze de Novembro.
A casa, ocupada por um armazém, ardeu em chamas até ser completamente destruída.
O fogo só não tomou todo o quarteirão pela ação dos próprios habitantes.
Convocados pelas autoridades como de costume na época, homens, mulheres e crianças correram em socorro, munidos de bacias e baldes e uma bomba d’água emprestada pelo francês Marcelino Gerard.
Era a primeira vez que uma ocorrência desse gênero apresentava um risco real, merecendo do presidente da Província, José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, que assumiu o cargo em 1851, o seguinte relato: Era bem triste e repugnante a situação da autoridade pública nestas circunstâncias, destituída dos meios materiais os mais simples, para poder socorrer aos cidadãos e as famílias, evitar o dano da propriedade, e o perigo da cidade: era tanto mais triste e repugnante essa situação, quanto não tinha ela ação coercitiva para vencer e dominar o egoísmo e a inércia.
1 O incêndio da Rua do Rosário é emblemático também por assinalar o expressivo desenvolvimento da cidade a partir de 1840.
A transição de vila para cidade foi impulsionada pelo início da industrialização do País e pela demanda de mão de obra operária, especialmente na construção civil e ferroviária2.
São Paulo, o grande entreposto por onde todos passavam ou paravam em busca de escravos e metais preciosos, começou a ganhar peso histórico com o avanço da cultura do café a partir da proclamação da Independência e, definitivamente, com a inauguração da primeira estrada de ferro, a São Paulo Railway, em 1867.
3 Em 1840, a capital contava com 1.
843 edificações de taipa, espalhadas por 32 ruas, dois largos, 10 travessas e quatro ladeiras4.
A maior parte da população vivia em casebres de madeira ou ranchos cobertos de palha, que se deixava queimar nos raros incêndios que ocorriam.
Na década seguinte a cidade cresceu, condensando-se no triângulo formado pelas ruas do Rosário (Quinze de Novembro), São Bento e Direita, como assinalou o então tenentecoronel Pedro Dias de Campos, em monografia publicada em março de 1912.
Com o incremento da população, do comércio, da vida enfim da cidade, deviam aparecer naturalmente os flagelos, e dentre eles os incêndios não foram os menos temíveis! O impacto do incêndio da Rua do Rosário poderia ter provocado alguma estruturação visando ao combate de incêndios, mas pouco aconteceu de concreto além da recuperação de uma velha bomba d’água manual do depósito do exército e da aquisição da bomba d’água do francês Gerard, considerada o primeiro apetrecho a ser usado para tal fim em São Paulo.
Ainda em função do acontecido, em 1852 foi aprovado o primeiro código de prevenção de incêndio, obrigando a população a cooperar com a polícia nesse tipo de emergência.
Entre outras exigências, havia a de que sineiros e sacristãos repicassem os sinos, dando assim o competente aviso de incêndio.
Caso assim não procedessem, seriam presos e multados em certa quantia, contam o capitão Alfonso Antonio Gill e o tenente Walter Negrisolo em artigo publicado na edição especial da revista Incêndio (março/abril 1980), em comemoração ao centenário do Corpo de Bombeiros.
O aviso de incêndio por repicar de sinos permaneceu até a década de 1890.
Esquecidas por um longo período, a poeira acumulada nas bombas só seria retirada em 1862, quando as chamas tomaram a livraria José Fernandes de Souza, na Rua do Carmo.
No ano seguinte foi a vez da explosão de uma barrica de pólvora em uma loja de ferragens na Rua do Comércio e outra em 1870 na mesma área, a despeito dos esforços da polícia e dos legisladores em primeiro regular e depois coibir o estoque da substância.
Novas ocorrências em 1873, na Rua Direita e na Ladeira Porto Geral, a segunda com duas vítimas fatais, provocaram a primeira tentativa de criação do Serviço de Bombeiros, em 1874.
Ele nasceria vinculado à Companhia de Urbanos, algo equivalente a Guarda Civil.
Seriam instaladas, como relata artigo da revista Incêndio, três freguesias, das quais a central teria 10 bombeiros.
Apesar de ter realmente sido formada, com 10 homens egressos do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte5 (criado em 2 de julho de 1856), a Turma de Bombeiros foi desmantelada logo que o cargo de chefe de polícia mudou de mãos.
Os 10 bombeiros foram remanejados para o serviço de policiamento.
Mas a cidade tinha pressa e não perdoaria esse descaso.
Em 1878, já contabilizava 7.
987 edificações, em 66 ruas, quatro largos, 11 travessas, cinco ladeiras e um beco6, adensamento que aumentava consideravelmente o risco de novos sinistros.
Um ano antes, o abastecimento de água começou a ser realizado de forma sistemática, com a criação da Companhia Cantareira de Água e Esgotos.
As características das edificações também sofreram alterações.
Os tijolos, malquistos pelos paulistanos conservadores e empregados por pedreiros alemães, se tornaram comuns, sobretudo com a inauguração da ferrovia em 1867, sendo a construção do Teatro de São José, iniciada em 1858, e o Hotel Palm, no Largo do Capim, registrado em foto de Militão A.
Azevedo em 1860, os primeiros prédios de alvenaria na capital.
5 O pioneirismo no que se refere a serviços públicos de extinção de incêndios no Brasil é atribuído ao Rio de Janeiro, pois foi lá criado o primeiro Corpo de Bombeiros, com essa denominação, em 2 de julho de 1856.
As iniciativas anteriores não receberam tal status porque não se perpetuaram.
Nesse sentido, a primeira organização de que se tem registro no país foi em Recife, Pernambuco, em 28 de agosto de 1636, durante a ocupação holandesa.
Era denominada Companhia de Brantmeesters e foi extinta com a expulsão dos holandeses em 1654.
No próprio Rio de Janeiro já havia sido designado o Arsenal de Marinha, por força do Alvará Régio de 12 de agosto de 1797, para realizar os serviços de combate a incêndio da cidade.
Antes da criação do Corpo de Bombeiros da Corte, portanto, os serviços eram executados por operários dos Arsenais de Guerra e Marinha, das Obras Públicas e da Casa de Correção.
Fontes: Giancarlo Aste.
Histórico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.
Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Niterói, 1991.
6 Tenente-coronel Pedro Dias de Campos, O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, Retrospecto Histórico, Monografia publicada em março de 1912, p.
18 7 Candido Malta Campos, São Paulo, metrópole em trânsito: percursos urbanos e culturais – Candido Malta Campos, Lúcia Helena Gama, Vladimir Sacchetta (organizadores) – São Paulo: Editora Senac, 2004, p.
37

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GRUPO DE ELABORAÇÃO
  • Cb PM Jefferson Oliveira Pereira
  • 2º Sgt PM Laércio Cardoso Trancozo
  • Cap PM Adriana de Morais Zuppo
  • Maj PM Glaucio Doederer Cafalchio de Oliveira
GRUPO DE TRABALHO
  • Maj PM DENILSON APARECIDO OSTROSKI
  • Cap PM LUIZ RODOLFO CAETANO PEREIRA DA SILVA
  • Cap PM MICHELE CESAR
  • Cap PM ERIC GAZOLA SIVIERO VALLE
  • Cap PM VICTOR FELIX TOZI BOMFIM
  • Cap PM BRUNO DE SOUZA RIBEIRO
  • Cap PM SAMUEL DE ANDRADE
  • Cap PM MARCOS MACHADO NOVAES
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Licenças do Corpo de Bombeiros
(CLCB, AVCB E TAACB)

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Duvidas Frequentes?

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Qual é a importância de obter o AVCB?
A obtenção do AVCB, conforme a legislação estadual, é essencial para garantir a segurança contra incêndios e pânico nas edificações destinadas ao uso coletivo, conforme a Lei Estadual nº 14.130/2001 e o Decreto Estadual nº 46.595/2014.
Posso transferir o AVCB para um novo proprietário?
Sim, desde que não haja alteração na atividade ou na estrutura da edificação. Caso haja mudanças, é necessário solicitar nova análise ou até novo AVCB.
Sim, mas o estabelecimento não pode operar sem o documento válido. A renovação deve ser solicitada antes do vencimento, e, se já vencido, o processo é tratado como nova solicitação, podendo incorrer em multas.
A sinalização de emergência orienta as pessoas sobre rotas de fuga, localização de equipamentos e proibições, sendo essencial para uma evacuação segura e rápida em caso de incêndio.
O que é e para que serve a NR 23 - Proteção Contra Incêndios?
A NR 23 é uma norma regulamentadora do Ministério do Trabalho que estabelece que todas as empresas devem possuir proteção contra incêndio, saídas de emergência, equipamentos suficientes para combater o fogo em seu início e pessoas treinadas para utilizá-los. Ela é complementar à legislação do Corpo de Bombeiros.
O que é um sistema de detecção e alarme de incêndio?
É um sistema automático composto por sensores de fumaça, calor e acionadores manuais que, ao detectar um princípio de incêndio, emite um alerta sonoro e visual para que os ocupantes evacuem o local e a brigada de incêndio possa agir rapidamente.
O que é um extintor de incêndio e quais os tipos mais comuns?
É um equipamento portátil que contém um agente extintor para combater pequenos focos de fogo no seu início. Os tipos mais comuns são: Água (Classe A), Gás Carbônico - CO² (Classe B e C), e Pó Químico (Classe B, C e, em alguns casos, A e B+C).
O que acontece se minha empresa operar sem o AVCB ou CLCB?
Operar sem a licença do Corpo de Bombeiros (AVCB/CLCB) é uma infração grave, sujeita a multas, interdição do estabelecimento e, em caso de sinistro, a perda da cobertura securitária, além de responsabilidade civil e criminal.
Qual a diferença entre hidrante de parede e hidrante de recalque?
O **hidrante de parede** é o ponto de água interno, com mangueira e esguicho, usado pela brigada ou pelo Corpo de Bombeiros. O **hidrante de recalque** é o ponto externo, usado exclusivamente pelo Corpo de Bombeiros para pressurizar o sistema interno.
Como a tecnologia pode ajudar na gestão do AVCB e CLCB?
Softwares de gestão de segurança contra incêndio podem automatizar o controle de validade dos laudos e licenças, agendar manutenções de equipamentos e gerenciar o histórico de vistorias, facilitando a conformidade legal.

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    MISSÃO

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    Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.

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    Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel

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